Dia 19 de novembro, Rodolfo Ataíde participará do programa Sesc Cultura Convida explicando a metodologia de fotografia através do celular.

Intitulada de “Fotografia da liberdade”, a ideia tem como objetivo principal, fazer fotografias a partir do diálogo e interação com comunidades e grupos sociais menos favorecidos que sofram com algum tipo de opressão, seja ela de classe social, raça, gênero ou outras variantes. Na oficina, os próprios participantes definem o tema fotográfico que será abordado e qual a melhor forma de intervir na sociedade por meio das imagens.


O Sesc Cultura Convida


O Sesc Cultura Convida acredita na manutenção das atividades culturais e como estas podem contribuir para o bem-estar social e a qualidade de vida dos trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo da sociedade em geral e, entende a importância de contribuir para o fomento da economia criativa no Brasil neste momento em que a área sofreu devido aos impactos causados pela pandemia da Covid-19. Deste modo, o projeto selecionou 470 propostas de todos os Brasil nas áreas de arte educação, artes cênicas, artes visuais, audiovisual, biblioteca/literatura, música e patrimônio cultural para serem transmitidas e distribuídas através de sua plataforma.




Rodolfo Ataíde

Rodolfo Ataíde é Poeta e Fotógrafo de Ribeirão das Neves. Sua proposta é utilizar a fotografia como ferramenta para provocar debates sobre a sociedade a partir de visões de grupos periféricos e construir imagens que impactam diretamente nas comunidades locais.

Serviço:

Site: https://www.sesc.com.br/portal/site/convida

Oficina: Fotografia da Liberdade

Dia: 19/11

Horário: 10h00

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A Escola Estadual Manoel Martins de Melo, bairro Menezes, recebeu no último fim de semana um muralismo, feito por grupo de grafiteiros de Ribeirão das Neves e Belo Horizonte. Início de um projeto de oficina de estudos e de graffiti sobre a história e o patrimônio da cidade de Ribeirão das Neves.


Muralismo ou pintura mural é a pintura executada sobre uma parede, diretamente na sua superfície, como num afresco, num painel montado para uma exposição permanente.

O projeto iniciou no fim de semana com o muralismo e ainda tem outras etapas, todas com o objetivo de contar a história e valorizar o patrimônio local. As oficinas terão como públicos, alunos da escola, com idade entre 12 e 18 anos que serão selecionados mediante inscrição e autorização dos pais, com datas a serem definidas.

Devido às necessidades de readequação do projeto ao cenário de isolamento social, causado pela pandemia do Novo Coronavírus, o curso será realizado em formato de vídeo, com 03 vídeos de até 20 minutos, e um vídeo de até 60 minutos, que serão disponibilizados em plataforma digital com acesso gratuito ao público.


O projeto foi aprovado no edital do Fundo Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural da cidade.

EQUIPE

Bruna Pimenta - grafiteira

Leonardo Snake - grafiteiro

Mateus Olds - grafiteiro

Lucas Kesa - grafiteiro

Wiliam Fernandes – Videomaker

Roberto Raimundo – Gestão financeira

Antônio Benvindo – Comunicação

Nayara Amorim – Produção

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Projeto é uma parceria entre o Coral Vozes de Campanhã e o músico Marcos Brey


O projeto Coração Negro, realizado pelo músico Marcos Brey e pelo Coral Vozes da Campanhã, realizará, no próximo mês, três lives direcionadas a escolas públicas de Ribeirão das Neves e também a população geral.

As transmissões serão nos dias 1º, 8 e 22 de novembro, às 15 horas, através das páginas de Facebook de Marcos Brey, do Coral, além da página Ribeirão das Neves do Portal ribeirãodasneves.net.

O projeto tem como objetivo contribuir para a valorização, preservação e difusão da cultura negra e quilombola em Ribeirão das Neves. E é justamente no Quilombo Nossa Senhora do Rosário, em Justinópolis, que as apresentações serão gravadas.

A união entre o músico e o Coral nasceu após a participação do Vozes de Campanhã na edição de 2019 do Festival Pá na Pedra, produzido pelo Coletivo Semifusa. Após o evento, Brey (que também é integrante do Semifusa), convidou o Coral para juntos realizarem um projeto. A partir desse primeiro contato, foi desenhado o projeto Coração Negro. O projeto foi aprovado no edital do Fundo Municipal de Preservação do Patrimônio Cultural da cidade.


Tradição e modernidade

Um dos principais desafios para a realização do projeto foi adaptá-lo aos novos modos de convivência diante do período de isolamento social, que se arrasta por conta da pandemia da Covid-19. Além de toda a dedicação à produção musical, os membros têm tomado todos os cuidados necessários durante a realização dos ensaios. Afinal, a existência de um coral prevê a reunião de pessoas para cantarem juntas. Por isso, a formação do concerto também estará afinada no uso de máscaras e distanciamento social.

Mas as novidades não irão se resumir a protocolos. De acordo com o produtor do Coral Vozes de Campanhã, César Augusto, a apresentação trará um repertório autoral que busca um resgate às ancestralidades.

Durante a live, será feita a gravação de duas músicas que foram compostas a partir da parceria entre os artistas. O público também vai poder conhecer um pouco mais sobre a história do Quilombo Nossa Senhora do Rosário através de cards digitais que circularão no evento.



Vozes de Campanhã

O Coral Vozes de Campanhã é um coral quilombola, que surgiu através da união das integrantes da Guarda de Congo Estrela Dalva, do Quilombo Nossa Senhora do Rosário, de Justinópolis.

As mulheres do quilombo se juntavam para cantar nas missas da irmandade. Foi quando uma das integrantes do grupo convidou a todas para cantarem em seu casamento. Diante disso, o mestre do quilombo Sr. Dirceu Ferreira sugeriu que as mulheres passassem a representar o Quilombo em momentos nos quais as guardas não pudessem estar.

Como em muitos lugares são conhecidos como povo de Campanhã (antigo nome de Justinópolis), surgiu o nome Vozes de Campanhã, hoje composto por dez mulheres nos vocais e cinco homens na percussão.

De acordo com César Augusto, produtor do grupo, falar do Coral é falar do coração, de música, de valorização e de preservação.

Para ele, vozes de Campanhã é um coral que mostra a força e a resistência do seu povo, através do canto, da dança e de seus tambores.

“Cantamos, tocamos e dançamos a fé e resistência de um povo, de reis e rainhas negras, que foram tirados de sua terra para serem escravizados”, afirma o produtor.

Marcos Brey

Marcos Brey é morador de Ribeirão das Neves, e vem de uma família musical. Suas composições têm influências do rock inglês e do violão brasileiro. Já se apresentou em diversas cidades de Minas Gerais e até mesmo fora do país, quando representou Ribeirão das Neves na Colômbia. Em 2018, o músico lançou o disco e espetáculo Alento. Agora, lança o projeto Coração Negro, em parceria com o Coral Vozes de Campanhã.

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