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Casa Semifusa promove Festa da Música Negra e comemora sucesso

No último sábado (11), a Casa Semifusa realizou a sua primeira Festa da Música Negra, evento que faz parte da programação da Casa dedicado ao mês da Consciência Negra.

A pré-produção da festa envolveu a confecção de um mural de lambe-lambe composto por fotos de alunos e frequentadores negros e negras da Escola de Artes Semifusa; as fotos haviam sido registradas ao longo da semana e a montagem do mural foi feita em mutirão pelos alunos do curso de fotografia da Casa.


A festa reuniu nomes da música, artes visuais e artesanato, tradições religiosas e culinária de Ribeirão das Neves. As duas primeiras atrações foram de BTwice e Young Mark, artistas da cena do rap e hip-hop local com mais de oito anos de carreira que trouxeram sua lírica de luta antirracista sensível e poderosa.


O Coletivo convidou também o Quilombo Irmandade do Rosário, tradicional e centenário da região de Justinópolis, que abrilhantou a noite trazendo a Guarda Feminina do Congo e o Coral Vozes de Campanhã.


As deputadas estadual e federal Célia Xakriabá e Andréia de Jesus estiveram presentes no evento e discursaram sobre a necessidade da ocupação dos espaços de poder político e de fruição cultural por mulheres indígenas e negras, cenário recente e luta constante dentro da política brasileira. Célia falou da satisfação de estar em Neves, “a cidade que eu fui muito bem votada, é muito importante para mim estar aqui e estar aqui na Casa Semifusa, é fundamental.” A deputada Andréia de Jesus ressaltou a importância das comemorações do novembro negro, “uma cidade como Ribeirão das Neves que é marcada por uma grande população negra, não pode deixar de lembrar e comemorar esta data tão importante”, ressaltou a parlamentar.

De acordo com Rodolfo Ataíde, CEO da Casa Semifusa, o evento foi marcante, “A cada dia que passa a Casa Semifusa vai cumprindo bem o seu papel de centro cultural comunitário e vai oferecendo uma diversidade enorme de manifestações culturais para a população local, a Festa da Música Negra foi brilhante e muito bem aceita pelo público e isso importa muito”, ressaltou. “A luta anti-racista está no DNA do Coletivo, por isso é muito gratificante produzir um evento tão potente e tão diverso como este”, complementou Ataíde.











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